Notícia
Com o aumento dos custos relacionados à manutenção e impostos veiculares, os motoristas brasileiros têm recorrido cada vez mais ao parcelamento de despesas fixas como forma de manter o carro em dia sem comprometer o orçamento mensal.
IPVA, seguro, licenciamento e revisões preventivas, que antes eram pagos à vista por muitos condutores, hoje são frequentemente divididos em várias parcelas. Essa prática ganhou força nos últimos anos como estratégia de equilíbrio financeiro.
Impostos parcelados: uma válvula de escape para o início do ano
O IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é uma das principais despesas que pesam no bolso dos proprietários no início do ano. Em vários estados, o governo passou a permitir o parcelamento do tributo em até seis vezes, medida que tem sido amplamente adotada pelos contribuintes.
Para o próximo ano, as pessoas já podem considerar parcelar o IPVA 2026. O motivo é simples: a soma de contas típicas de janeiro, como matrícula escolar, impostos e despesas das festas de fim de ano, costuma gerar um impacto significativo nas finanças pessoais.
O parcelamento, portanto, surge como uma alternativa viável para evitar o endividamento.
Seguro do carro: mais acessível quando diluído em parcelas
Outro custo que vem sendo cada vez mais dividido é o seguro automotivo. Com o aumento dos preços de peças e da mão de obra, o valor médio das apólices também subiu, o que levou as seguradoras a flexibilizarem o pagamento.
Atualmente, é comum que o motorista tenha a opção de parcelar o seguro em até 12 vezes, dependendo da empresa e do perfil do cliente. Essa prática é uma forma de ampliar o acesso à cobertura, especialmente em um momento em que muitos condutores avaliam o custo-benefício de manter a proteção diante do orçamento apertado.









