Notícia

Diretora-presidente das unidades do grupo em Rondônia é embaixadora do projeto da Fundação Rede Amazônica em 2026 e defende o saneamento como direito-dever na era digital.
O saneamento básico ganha voz estratégica na edição 2026 do projeto "Amazônia Que Eu Quero", iniciativa da Fundação Rede Amazônica (FRAM). Este ano, o compromisso do grupo Aegea com o desenvolvimento de Rondônia é representado pela atuação da diretora-presidente Carolina Gregório. Como embaixadora do projeto, ela conecta o debate sobre a "Democracia na Era Digital: O uso das novas tecnologias no processo eleitoral” à urgência da infraestrutura básica na Região Norte, defendendo o acesso à água e ao esgotamento sanitário como um direito-dever fundamental para o exercício pleno da cidadania.
O tema central desta temporada aborda o uso de novas tecnologias no processo eleitoral e na justiça social. Sob essa ótica, a Aegea propõe um debate conectado, onde a transformação digital funciona como uma via de mão dupla. Se por um lado as ferramentas digitais aproximam a concessionária da população para levar informação assertiva, transparente e necessária sobre o avanço das obras, por outro, criam um link direto para que o cidadão exerça seu papel democrático. Na era digital, a conectividade empodera a comunidade para informar as necessidades locais, fiscalizar e cobrar esse direito, acelerando os investimentos para que o básico chegue mais rápido e de forma efetiva a todos os povos.
Para a diretora-presidente das unidades da Aegea em Rondônia, o saneamento e a democracia estão digitalmente interligados.
"O saneamento na era digital precisa ser visto como um direito-dever. É direito do cidadão receber o serviço, mas é também um dever cívico da população participar desse processo. As ferramentas digitais encurtam distâncias. Elas nos aproximam da comunidade para levar dados reais e, ao mesmo tempo, dão voz para que os moradores apontem as demandas de seus bairros. Essa interação e o uso consciente das plataformas digitais são fundamentais para que o saneamento se torne uma prioridade na agenda democrática e o desenvolvimento chegue mais rápido a quem mais precisa em Rondônia", afirma Carolina Gregório.
O debate ocorre em um momento crucial, visto que Rondônia ainda enfrenta gargalos históricos. Dados do Instituto Trata Brasil indicam que a capital, Porto Velho, possui apenas 30% de atendimento em rede de água e menos de 10% de cobertura de esgoto, evidenciando a necessidade de canais de comunicação cada vez mais ágeis e transparentes para transformar essa realidade.
Para o gerente de jornalismo da Rede Amazônica Rondônia, Benedito Teles, a participação do grupo Aegea no Amazônia Que Eu Quero reflete o olhar para o futuro que a Fundação Rede Amazônica mantém ao longo dos 50 anos de história na região Norte do Brasil.







