Notícia
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) indica que houve estabilidade ao longo da série histórica em relação aos rendimentos médios habitualmente recebidos pelos rondonienses por todos os trabalhos. Em valores corrigidos, no ano de 2012, um trabalhador rondoniense recebia mensalmente em média R$ 2.257,00, passando para R$ 2.334,00 no ano de 2022.
A estabilidade também ocorreu acerca dos rendimentos por outras fontes, como aposentadoria, pensão alimentícia, aluguel, entre outros. Em valores corrigidos, os rondonienses com este tipo rendimento receberam R$ 1.183,00 mensais no ano de 2012 e R$ 1.346,00 em 2022.
A PNAD Contínua – Rendimentos de todas as fontes também analisa acerca dos rendimentos por programas sociais. Verificou-se que, em 2022, 11,3% dos domicílios rondonienses tinham alguém que recebia Bolsa Família/Auxílio Brasil. A média é inferior às taxas brasileira e da Região Norte: 16,9% e 29,1% respectivamente.
Nos domicílios rondonienses com algum beneficiário, o rendimento médio per capita era de R$ 563,00, um pouco acima das médias do Brasil (R$ 533,00) e da Região Norte (R$ 525,00).
Em relação ao número médio de moradores por residência, em Rondônia, nos domicílios que receberam Bolsa Família/Auxílio Brasil, esta média era de quatro pessoas, enquanto que nos domicílios que não receberam o benefício a média era de 2,7.
Em Rondônia, 19,5% dos trabalhadores tinham ensino superior em 2022
A PNAD Contínua – Rendimentos de todas as fontes mostra que aumentou a participação de pessoas com nível superior no mercado de trabalho em Rondônia. Em 2012, 10,5% (73 mil) das 695 mil pessoas ocupadas no estado tinham este nível de instrução. Já em 2022, os trabalhadores com ensino superior completo representaram 19,5% (162 mil) do total de 828 mil pessoas ocupadas.








