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Em seu quinto aniversário, a Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa em Rondônia (Fapero) contabiliza cerca de R$ 30 milhões de investimentos em apoio a instituições estaduais e federais.
“Comemoramos as conquistas na segunda-feira, 25, lembrando que apenas em 2016 já lançamos oito editais”, comentou o presidente da fundação, Francisco Elder Souza Oliveira, salientando que o Programa de Apoio à Pesquisa no Laboratório de Qualidade do Leite (LQL) é uma das conquistas do aniversário.
Para o pesquisador e diretor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Rondônia, Ricardo de Godoi Mattos Ferreira, a ciência e a pesquisa ganharam muito ao longo de cinco anos. “Desde sua instituição, a Fapero foi capaz de implementar importantes programas, e apoiar projetos de grande importância local, nacional e também no cenário internacional. Desejamos longa e profícua existência à fundação, e certamente ela vencerá desafios”, disse.
Ferreira exemplificou que teve grande impacto artigo recente, publicado no periódico PlosOne, com comentário [em inglês] na revistaNature. Ele trata do desenvolvimento de nanocorpo de camelídeo, que tem propriedades interessantes no bloqueio molecular in vitro e in vivo de frações de venenos de cobras.
“A fundação tem mantido importante comunicação com as instituições de ciência, tecnologia e ensino de Rondônia, e apoiado grupos de pesquisa consolidados no estado, bem como, grupos emergentes, contemplando tanto mestres quanto doutores na coordenação de projetos”, destacou.
Para o reitor da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Ari Ott, a pesquisa e a ciência em Rondônia podem ser diferenciadas em antes e depois da Fapero. “A sua existência possibilitou até agora que Rondônia recebesse cerca de R$ 30 milhões, em cinco anos, de aporte de recursos das agências financiadoras que não chegariam ao estado sem ela”, assinalou, reforçando que a Unir é a instituição que detém o maior número de cursos de pós-graduação, e o maior número de professores com doutorado, qualificados a realizar pesquisas apoiadas pela Fapero.
Em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), a Fundação aplica no LQL, em Porto Velho, recursos oriundos do Fundo Proleite.








