Notícia
O pré-candidato ao Governo do Estado pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves, em discurso proferido durante a 3ª Marcha dos Vereadores de Rondônia, em Cacoal, falou sobre os resultados alcançados em seus oito anos como prefeito de Porto Velho. “Não teve nenhum milagre, apenas colocamos em prática os dois pilares que considero fundamentais: a gestão de qualidade e o combate permanente à corrupção”, disse. “Acrescento ainda que sempre tivemos um olhar atento à população e o firme desejo de cuidar das pessoas”.
A declaração foi dada na última sexta-feira (12), na OAB/Cacoal, a uma plateia formada por vereadores dos 52 municípios de Rondônia e representantes dos três poderes. Hildon Chaves foi promotor de Justiça do Estado durante 21 anos e enfatizou a experiência acumulada no combate à criminalidade no Estado. “No Ministério Público de Rondônia, sempre tivemos o combate à corrupção como prioridade dentro do serviço público”, lembrou. Hildon afirmou que o enfrentamento às facções criminosas é “um grave problema nacional” e cada estado “deve procurar resolver essa questão com soluções próprias”.
Hildon, que tem como vice na chapa o deputado estadual Cirone Deiró, afirmou que existe uma grande necessidade de repor o efetivo policial do Estado. “Faremos concursos públicos na Polícia Militar e Polícia Civil, isso é urgente e prioritário”, destacou. “Não temos mais soldados na PM. Se não for feito nada, em pouco tempo não haverá mais cabos e só teremos sargentos. São muitos anos sem concurso público. Isso se aplica também à Polícia Civil”, afirmou Hildon, que ressaltou o recente encontro que manteve com representantes do Sindicato dos Policiais Civis de Rondônia (Sinpol-RO).
Segundo o pré-candidato, “os dinheiros da população são, sim, suficientes para resolver os problemas de uma cidade, de uma grande capital como Porto Velho, e de todo o Estado de Rondônia, desde que se combata a corrupção de forma efetiva e permanente, desde que se faça uma gestão séria, de qualidade, com austeridade e investindo corretamente os dinheiros públicos”, assinala.








