Notícia
Os municípios de Ji-Paraná e Vilhena receberam a certificação de livres de transmissão vertical do Vírus da Imunodeficiência Humana – HIV, e foi entregue o “Selo Prata” de boas práticas para eliminação da sífilis para o município de Vilhena. O reconhecimento vem do Ministério da Saúde – MS e da Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS, reforçando as ações do Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde – Agevisa.
Em parceria com os municípios, a certificação fortalece o combate às Infecções Sexualmente Transmissíveis – ISTs, principalmente durante a gestação e o parto. Ambos os reconhecimentos foram anunciados em cerimônia realizada no início de dezembro na Fundação Oswaldo Cruz, em Brasília – DF, com o total de 45 municípios contemplados, dos quais nas localidades há comprovação da eliminação da transmissão vertical do HIV e/ou sífilis congênitas.
Segundo a gerente Técnica de Vigilância Epidemiológica da Agevisa, Maria Arlete da Gama Baldez, além das políticas públicas do Estado, a certificação para estes municípios leva em consideração o atual critério estabelecido pelo MS quanto ao número igual ou superior a 100 mil habitantes em uma cidade. “Outros municípios estavam com indicadores favoráveis para receber estes reconhecimentos, mas não apresentavam esta população. Nosso objetivo, enquanto órgão estadual é impulsionar ainda mais as ações de combate à transmissão das ISTs, para que todo o Estado seja reconhecido”, explica.
O diretor geral da Agevisa Gilvander Gregório de Lima, reforça a garantia do acesso à Saúde pela população. “Nos últimos anos, mantivemos a missão de trabalhar com todos os 52 municípios, focando no atendimento desta problemática. Acreditamos que este resultado tende a avançar ainda mais, devido ao compromisso que cada município tem com a execução de ações designadas para esta área”, comenta.
CERTIFICAÇÃO
A certificação é uma forma de qualificar e aprimorar a vigilância epidemiológica, atenção à Saúde e gestão nas ações públicas de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento de portadores de IST. Este reconhecimento também é uma estratégia do Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, tornando-se um meio de fortalecer a rede de atendimento pelo Sistema Único de Saúde – SUS.








