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Durante a gravação, Scheid citou a aprovação, pelo Congresso Nacional, da proposta que trata da dosimetria das penas e afirmou que a medida conta, segundo ele, com apoio do procurador-geral da República.
Em vídeo publicado no Instagram, pré-candidato ao Senado pelo PL afirma que o debate deixou de ser apenas jurídico, questiona decisões do Supremo Tribunal Federal e diz que o país precisa de "justiça, e não vingança"
O pré-candidato ao Senado ao PL, Bruno Bolsonaro Scheid, voltou a comentar os desdobramentos das condenações relacionadas aos atos de 08 de janeiro de 2023. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, ele questionou a demora na aplicação das regras de dosimetria das penas e afirmou que o tratamento dado aos condenados extrapola os limites da Justiça.
Durante a gravação, Scheid citou a aprovação, pelo Congresso Nacional, da proposta que trata da dosimetria das penas e afirmou que a medida conta, segundo ele, com apoio do procurador-geral da República. Ainda assim, criticou o fato de a mudança ainda não produzir efeitos práticos nos processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF).
“A dosimetria foi aprovada e é defendida até pelo procurador-geral. Bolsonaro e os demais envolvidos no 08 de janeiro continuam presos. O filho continua sem a bênção do pai. No almoço de família, a cadeira continua vazia” , declarou.
Na sequência, o pré-candidato afirmou que a situação levanta questionamentos sobre os limites entre punição e excesso.
“Isso é vingança ou justiça? O Congresso aprovou a lei da dosimetria, a PGR defende essa lei, e mesmo assim ela continua travada no Supremo Tribunal Federal. Por quê?” , questionou.
Ao longo do vídeo, Bruno Bolsonaro Scheid sustenta que as decisões relacionadas aos condenados pelos atos de 08 de janeiro transmitem, em sua avaliação, uma mensagem de intimidação a quem se opõe ao sistema político e institucional.








