Notícia
A direção do Sintero está mobilizando trabalhadores em educação, gestores e autoridades para uma luta contra a militarização das escolas em Rondônia. Nesta semana a direção do Sintero realizou várias reuniões e já conta com o apoio, entre outras autoridades, do deputado estadual Luizinho Goebel, para barrar na Assembleia Legislativa qualquer projeto de lei nesse sentido.
Os diretores do Sintero e os trabalhadores em educação deixam claro que não há nada contra a Polícia Militar. Porém, defende que cada categoria atue dentro da sua área.
“Temos imenso respeito e admiração pela Polícia Militar, mas entendemos que a corporação foi criada com a finalidade de atuar na segurança pública, e não na gestão das escolas”, disse o presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva.
A mobilização do Sintero é para que seja restabelecida a gestão democrática, com a aprovação do projeto de lei cuja redação foi discutida com os representantes da categoria.
Para a direção do sindicato, não faz sentido um modismo que vem sendo ventilado no Estado, de que a gestão das escolas, para ser eficiente, precisa ter à frente um militar.
Os trabalhadores em educação também não concordam que sejam implantadas nas escolas as regras estabelecidas nos quartéis, como um padrão de corte de cabelo feito à máquina 2, padrão de cor de guarda-chuva, proibição de corte de cabelo para as alunas, a obrigatoriedade de que os estudantes façam continência, entre outras.








