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Garon Maia Filho (de camisa rosa) ao lado do pai, avô e do irmão, Antonio Maia (Foto: Youtube/Reprodução) – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS
Um texto publicado em grupos de aviadores no WhatsApp e atribuído a Antônio Maia, irmão de Garon Maia que morreu no sábado (29) junto com o filho de 12 anos na queda de um avião em Vilhena, dá detalhes do percurso feito antes da queda trágica.
A publicação foi feita pela imprensa de Campo Grande MS, onde pai e filho estão sendo velados e serão sepultados nesta terça-feira (01). Antônio Maia, conhecido como “Comandante Anônio”, também pilota aviões e explicou aos companheiros a dificuldade da família para chegar até o local da despedida. “Estávamos fora do Brasil e desde ontem [domingo] estamos em trânsito para chegar a Guarulhos (SP) e depois, Campo Grande (MS)”.
Em um dos trechos da publicação, Antônio Maia, se mostra inconformado com o acidente e diz não entender os motivos da tragédia, contudo afirma confiar nas autoridades para esclarecer o que aconteceu. Ele também afirma que o voo feito pelo irmão Garon Maia, era de rotina para e que teria ido abastecer o Baron (avião) em Vilhena, pegar uma pizza para o jantar e retornar para a fazenda da família na região de Nova Conquista, zona Rural de Vilhena. Outro detalhe, apontado no texto, é quanto o curto espaço de tempo para fazer o percurso. “Oito minutos de voo total. Decolaram com tanque cheio, em 2 pessoas, voaram 5 minutos e repentinamente, algo acontece”.
Antônio também cogita alguns problemas para explicar a queda do avião, “Penso em perda de potência, suspiro entupido, combustível, alimentação, não sei. Somente especialistas poderão descobrir”.
Ele cogita ainda a possibilidade que Garon teria tentado fazer um pouso de emergência. “A região tem uma transição de terreno, uma pequena serra, com mata e algumas aberturas. Eles curvaram à direita sentido a uma abertura de pastagens, a mais limpa ao redor, segundo relatos de sitiantes que viram avião perdendo altura, e infelizmente, por alguns metros não conseguiram pousar no pasto. O avião caiu ‘estolado’ dentro da mata”, afirma Antônio Maia.








