Rolim de Moura - RO
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Rondônia

Por amor, húngara troca Europa por RO, curso de designer por Pole Dance

Brigi Hofmann reside há dois anos no Brasil, vendo o cenário do pole dance abandonado começou a dar aulas conquistando o seu público em Porto Velho.

Fonte: Do Globo Esporte

13/05/2016 11h 54min

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Por amor, húngara troca Europa por RO, curso de designer por Pole Dance

Brigi Hoffmann é designer, mas sua atividade principal está bem distante do croquis, lápis e modelagens de roupas. Húngara de nascimento e brasileira de competições, sua última disputa foi no Arnold Classic, maior evento fitness do mundo. O pódio não veio, mas a experiência serviu para tornar a atividade mais forte em Porto Velho, onde reside. Da sua atividade profissional de formação restou a experiência de fazer seus próprios figurinos para os treinos e apresentação. Atualmente a professora e competidora virou designer de auto estimas em Rondônia.

O português de Brigi está se aperfeiçoando, assim como os novos elementos das coreografias montadas para os próximos campeonatos. De Demi Moore até Brigi Hoffmann chegar na capital rondoniense, a modalidade não era vista como esporte. Desfazendo aos poucos a conotação puramente sensualizada que atribuíram à modalidade, o trabalho vem transformando o preconceito com o esporte em uma oportunidade.

- Hoje as turmas ainda são muito pequenas e a maioria das pessoas procuram a atividade pela dança, a parte sensual, só depois, com o tempo é que elas descobrem o pole dance como esporte - contou.

E para encarar a atividade até chegar em uma competição é necessário muito trabalho físico. Mexendo ao mesmo tempo com diferentes grupos musculares no corpo, os benefícios são inúmeros, inclusive psicológicos por estar diretamente ligada a autoestima. Essa ainda é a principal procura, mas logo, ao descobrir os encantos e as dificuldades de realizar os movimentos, vem de imediato a paixão pelo esporte ou, simplesmente, um novo estilo de vida.

O amor surge de forma diferente para todo mundo. Para a instrutora, o amor pelo esporte surgiu na Inglaterra. Um simples convite para participar de uma aula, e pronto. Na Europa, a modalidade é bem difundida, no Brasil ganha cada dia mais espaço e em Rondônia, eis os primeiros passos, ou movimentos. E o que motivou sua vinda para Rondônia foi outra história de amor.

- Em Porto Velho eu sou a primeira a trazer a atividade como esporte. É Pole Dance fitness, fazemos para entrar em forma, ganhar músculo, perder gordura. No início eu tive de fazer vídeos para mostrar a dificuldade e foi só aí que começaram a apreciar. Existe muito preconceito, mas só até o ponto em que você mostra que é um esporte - defende Brigi.

O próximo torneio ainda está longe, bom para Brigi Hoffmann que ainda tem tempo para ensaiar novos movimentos com maior grau de dificuldade. Dentro dos eventos as atletas têm aproximadamente três minutos para apresentar uma coreografia. A avaliação dos árbitros leva em consideração a número de acrobacias executadas, seu nível de dificuldade além da transição natural para o próximo movimento.

As barreiras são muitas. Nem sempre é possível ver os resultados da mudança de mentalidade de forma imediata. Para quem pratica, os benefícios começam quase de imediato, quando o praticante começa a se gostar mais. 

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