Notícia
Na tarde de quarta-feira (17), às 18h, uma operação conjunta entre o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) flagrou a prática de pesca predatória no Rio Branco, na região da Linha 47,5, km 65, zona rural de Alta Floresta D’Oeste (RO), área que abrange o entorno e o interior da Terra Indígena Rio Branco.
Durante o patrulhamento fluvial, uma embarcação de alumínio equipada com motor foi abordada. No interior, foram encontradas quatro malhadeiras armadas, além de tarrafas e anzóis de galho, petrechos proibidos pela legislação ambiental. No acampamento montado às margens do rio, os agentes localizaram ainda cerca de 15 kg de pescado das espécies piau, piranha, jiripoca e mandurubé, além de varas de pesca, molinetes e caixas com apetrechos.
Multas e apreensões
A operação constatou que o grupo utilizava redes armadas para capturar peixes, prática vedada por lei. Foram lavrados quatro autos de infração, cada um no valor de R$ 2.100,00, conforme prevê o artigo 35 do Decreto Federal nº 6.514/1998.
Também foram adotadas as seguintes medidas:
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Apreensão da embarcação e do motor, deixados sob fiel depositário;














