Notícia
Fontes ligadas ao Planeta Folha, informaram com excusividade que os quatro jovens detidos neste sábado (15), suspeitos de envolvimento na morte de Moacir Alves Pereira, 51 anos, confessaram na Unisp de Rolim de Moura que participaram diretamente das agressões que resultaram no homicídio. O crime ocorreu no fim de sexta-feira (14), dentro de uma residência, localizada na Rua Rio Madeira, subsquina com a Avenida São Paulo, no bairro Boa Esperança.
Durante o depoimento, os suspeitos detalharam que as agressões começaram quando o menor (15 anos), já identificado pela Polícia Civil, pegou uma ripa e desferiu os primeiros golpes contra Moacir.
Segundo o relato, após o início das agressões, os demais jovens passaram a atingir a vítima com extrema violência, provocando ferimentos com fraturas no braço, costas, rosto, cabeça entre outras regiões.
A Polícia Civil confirmou que a orelha da vítima foi arrancada em razão dos golpes repetidos da ripa, que possui quinas e bordas cortantes.
De acordo com a confissão, o namorado (20 anos) da sobrinha de Moacir foi quem finalizou as agressões, desferindo golpes fatais com o mesmo caibro usado no início do ataque.
Os jovens que ajudaram nas agressões que resultaram no homicídio, afirmaram que, em um primeiro momento, acreditavam que iriam apenas “dar uma lição” em Moacir, mas o ataque se tornou letal após o namorado perder o controle durante as agressões.
Motivação apresentada: acusação de estupro
Ainda no depoimento, a sobrinha (18 anos) de Moacir teria revelado aos amigos, durante uma roda de conversa, que o tio a havia estuprado.
O relato deixou o namorado irritado, levando-o a chamar o grupo para “acertar as contas” com a vítima, ambos estariam ingerido bebida alcóolica.
A Polícia Civil informou que a suposta violência sexual ainda será investigada, e não há, até o momento, provas que confirmem ou descartem a versão apresentada pelos acusados.









