Notícia
Durante a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em Belém, na quarta-feira (12), foi lançada a Cartilha de Regularização Fundiária da Amazônia Legal, um instrumento didático e institucional que reúne as principais soluções em gestões públicas fundiárias voltadas ao desenvolvimento sustentável dos nove estados que compõem a região.
A publicação faz parte do projeto “Amazônia Legal – O Mapa das Oportunidades: Governança Fundiária como Garantia para Investimentos Sustentáveis – 2025”, e destaca o papel de Rondônia nas políticas de ordenamento territorial e regularização fundiária.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a gestão estadual tem atuado de forma estratégica para garantir segurança jurídica, justiça social e sustentabilidade ambiental. “A regularização fundiária é uma política essencial para o fortalecimento da cidadania e o desenvolvimento econômico equilibrado. A entrega de títulos de propriedade transforma vidas, assegura o direito à terra, combate o desmatamento e promove a geração de oportunidades. Rondônia tem avançado com responsabilidade, unindo tecnologia, parcerias e compromisso com a sustentabilidade da Amazônia”, enfatizou.
De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat), David Inácio, Rondônia já beneficiou 7.220 famílias com títulos registrados e regularizou 12.236 áreas em todo o território. Entre as principais iniciativas, destacam-se os Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e com os municípios, que fortalecem a integração entre os entes federativos e garantem maior eficiência na execução das políticas públicas de regularização fundiária. As ações integram, de forma inovadora, os eixos de regularização fundiária, gestão ambiental e economia sustentável.
Outro destaque é o programa Sepat Sobre Rodas, que leva serviços e suporte técnico aos municípios de Rondônia. O ônibus adaptado e equipado atua diretamente nas comunidades, aproximando o governo da população e garantindo agilidade e efetividade nas ações. Segundo o secretário da Sepat, o programa é um exemplo de gestão pública eficiente e humanizada, que alia tecnologia e presença territorial para promover inclusão social e desenvolvimento sustentável.








