Notícia
Atuando em todo o ciclo da água em 760 cidades de todo o país, companhia de saneamento quer expandir rede de atendimento
Lia Rizzo, Sofia Schuck e Letícia Ozório — Exame
O saneamento básico no Brasil deixou de ser apenas uma questão de infraestrutura para se tornar um dos principais catalisadores de transformação social do país. Conforme informações do BNDES, cada real investido no setor gera retorno de cinco a 28 vezes para a economia, criando um círculo virtuoso que impacta desde a mortalidade infantil até a produtividade nacional.
O Sistema Único de Saúde (SUS) revelou que o país registrou em 2024 mais de 344.000 internações por doenças relacionadas ao saneamento inadequado, mostrando que os 90 milhões de brasileiros que ainda não têm acesso à coleta de esgoto e os 32 milhões sem água potável enfrentam consequências que vão muito além da falta de infraestrutura.
Fundada em 2010 com operações em apenas seis municípios, a Aegea hoje atua em todo o ciclo da água em 760 cidades distribuídas por todas as regiões e biomas do país, consolidando-se como a maior empresa privada de saneamento do Brasil, atendendo cerca de 33 milhões de brasileiros. “Fazem parte do nosso comprometimento com a qualidade dos serviços que prestamos a promoção de saúde e a inclusão sanitária, além da preservação e recuperação do meio ambiente”, diz Adriana Albanese, diretora de RI e sustentabilidade da companhia.








