Notícia
Utilizado na recuperação de solos ácidos com baixa capacidade produtiva, o calcário rondoniense possibilitou nos últimos anos a recuperação de cerca de 1 milhão de hectares de área degradadas (capoeiras) do Estado, que hoje produzem soja, milho, café e pastagem para alimentar um dos maiores rebanhos bovinos do País, de cerca de 14 milhões de cabeças.
De acordo com o presidente da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), Jonassi Antonio Dalmasio, a implantação da usina de calcário tem de ser vista como uma medida de Estado, uma política pública para o setor da agropecuária, que exigiu investimentos de mais de R$ 6 milhões, e que está promovendo uma importante revolução também na política ambiental rondoniense, já que com a recuperação de áreas encapoeiradas e abandonadas, o Estado deixou de abrir novas frentes (derrubar) para formação de lavouras e a pastagens.
Dalmasio lembrou também que este mesmo calcário atualmente é utilizado na execução do projeto de Florestas Plantadas, criado e incentivado diretamente pelo governador Confúcio Moura, e que está se transformando numa importante alternativa de negócio no campo, trocando culturas tradicionais como a própria criação de gado pelo projeto de florestas plantadas, com a certeza de ser mais lucrativo, segundo afirma Elieser Oliveira, assessor técnico ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).
Desde que foi implantada, a usina de calcário produziu e distribuiu cerca de 350 mil toneladas deste insumo, que vem socorrendo milhares de famílias de pequenas propriedades, realizando verdadeiros milagres na reprodução e produtividade de peixes, lavouras e pastagens nessas pequenas propriedades, disse o presidente da CMR, destacando também a venda para grandes propriedades produtoras de soja, arroz, feijão, milho, café e até grandes fazendas de gado, que realizam suas compra diretas por meio do endereço eletrônico [email protected] e ainda pelo telefone (WhatsApp) 99933-3673.
180 MIL FAMÍLIAS NO MAIS CALCÁRIO








