Notícia
O 4º Batalhão de Polícia Militar de Cacoal tem se destacado em todo o estado pelo trabalho que vem desenvolvendo no Canil mantido em suas instalações, onde atualmente 14 cães reforçam o trabalho. Os cães são acionados em diversas situações, como busca de entorpecentes ou explosivos, apoio em manifestações públicas, controle de rebeliões, visita aos presídios e patrulhamento ostensivo e preventivo. Além disso, alguns são utilizados em apresentações sociais para promover a interação entre a PM e a comunidade.
Seis policiais atuam junto aos cães. Cada policial treina dois ou três cães, diariamente. Os animais passam por treinamentos distintos e variados que conferem mais agilidade e resolutividade nos trabalhos aos quais são direcionados. Entre as raças à disposição do 4º BPM, estão orotweiler, pastor alemão, pastor malenois, labrador e border collie. Enquanto as três primeiras raças são usadas para a guarda e operações de choque, as duas últimas são utilizadas para a busca de drogas e apresentações da PM.
O reforço dos cães confere mais agilidade ao trabalho dos policiais, que, por exemplo, conseguem localizar entorpecentes mais rapidamente. Contudo, conforme explicaram os policiais, diferente do que muitos pensam, os cães não são viciados em droga. “As pessoas acham que o cão encontra a droga porque é viciado, mas não é isso. Tudo é questão do treinamento que eles recebem. O treinamento começa quando a gente ensina o cão a encontrar um brinquedo. Depois, vamos inserindo o odor neste brinquedo e depois disso a gente troca o brinquedo apenas pelo odor. E é aí que o cão começa a procurar os entorpecentes. Assim, quando o cão encontra a droga, a gente lhe dá o brinquedo, para recompensá-lo”, explicou o PM Sette, um dos policiais adestradores do canil da Polícia Militar de Cacoal.









