Notícia
A Polícia Civil de Vilhena (RO) revelou, durante uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (13), que o assassinato do dentista Clei Bagattini foi um crime premeditado e encomendado. O principal suspeito, identificado como Maicon Raimundo, teria sido pago para executar o homicídio e segue foragido. A identidade do mandante do crime, no entanto, ainda é desconhecida.
Clei Bagattini foi assassinado dentro de sua própria clínica odontológica, onde o suspeito se passou por cliente. Maicon teria utilizado um nome falso para agendar uma consulta e, durante o atendimento, atirou contra o dentista. De acordo com a polícia, o crime foi cuidadosamente planejado, com o suspeito visitando a clínica na segunda-feira (08) para marcar o horário e retornando na quinta-feira (11) para confirmar a consulta, que foi realizada na sexta-feira (12), dia do assassinato.
Outro destaque da investigação foi a prisão de Raqueline Leme, apontada como cúmplice. Ela é namorada de outro suspeito, já preso, e também marcou uma consulta na clínica de Clei, o que levanta a suspeita de que estava monitorando a vítima. A motocicleta usada por Maicon na fuga pertence ao namorado de Raqueline, e uma arma apreendida com o casal será analisada para verificar sua ligação com o crime.
O inquérito inicial, segundo a polícia, já conta com mais de mil páginas e deve ser concluído em breve. Um novo inquérito será aberto para identificar outros possíveis envolvidos e descobrir quem ordenou a execução do dentista.








